14 de mai. de 2010

A cegueira que domina
Não clareia
Atrasa, bloqueia
As mudanças, os embalos
Nos espaços, abomina
Seu cordão
Na pressão
Todo fato
Tem sua sina
Os sentidos, a visão
Pele, tato, não fascina
Que males curar?
Que artes usar?
Que tempo gastar?
Os escuros
As sensações
A ocasião
Nenhuma resposta é suficiente
diante da limitação

Camila Karina

2 comentários:

Danubia Vilhena disse...

Limites são verdadeiras prisões quando fazemos deles muros imaginários! Lindo poema

Genniffer Moreira ~ Lucynantes disse...

Esses limites são as barreiras que nosso inconsciente coletivo criou para limitar nossa própria liberdade.


;**~

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