12 de nov de 2011

A lembrança também nos proporciona sensações que não cultivaria conscientemente. Não contesto por saber que certos sentimentos são vitais. Sentira raiva, então. Raiva por lembrar não só do que trazia serenidade mas o obsoleto. Por minar durante alguns minutos, o ressentimento e o orgulho. Lembrara de um pequeno pedaço de papel aleatoriamente, que trazia sábias palavras sobre a raiva. "Não sintas raiva (..) faz mal para o fígado". Era um dos trechos. A lembrança era de que, o trecho fazia sentido naquele momento, mas ao lembrar, não tinha surtido efeito algum, muito menos culpa, pois achara que a raiva também era um momento importante. 

Camila Karina

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