16 de abr de 2010

Pudera meu corpo diluir sensações tão rapidamente como meus olhos se abrem diante do espanto
Pudera meu rosto disfarçar os pensamentos que me cercam
Pudera meu ânimo permanecer depois de encontrar muralhas
Quem poderia dominar os ventos e as chuvas dentro peito?
Quem poderia ignorar as impressões e inibir os trejeitos?
Não se cale
Não se entale
Desprenda seus pontos
Desate as amarras
Deixe o movimento fluir
A verdade é, que no fundo, todos sabem o momento de partir

Camila Karina

2 comentários:

Lúcio disse...

Ainda acredito que partir seja uma metáfora para renovação, ou seja, algo sempre necessário !
Adorei o poema !
LUV !

Anônimo disse...

Mudar! Verbo gravado a fogo em minha alma, verbo que percorrem em NOSSAS veias, ah! minha amiga como gosto de mudar, como gosto de ser EU várias vezes, de formas diferentes, quem sabe até no mesmo dia.

T amo, sempre morrendo de saudades.

Everaldo Terceiro

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